Semeando Esperança


12/11/2010 – Deus é diferente
12/11/2010, 5:44 pm
Filed under: Semanal

Frases como “todas as religiões levam para o mesmo lugar” não são verdadeiras. Veja bem, não tenho nada contra qualquer religião e acredito que todos tem liberdade para escolher no que acreditar ou não acreditar. Mas há algumas características que fazem com que o Deus que os cristãos seguem e servem, seja diferente de todos os outros.

A principal diferença é a que, ao contrário dos outros deuses, nosso Deus é pai. Ele é também o que os outros costumam ser – mentor, mestre, juiz, líder, defensor, etc. Mas Deus pai há apenas um. E é justamente esta característica que faz com que Ele seja único em relação à humanidade. Ao olhar para a humanidade, Ele não enxerga marionetes a serem manipulados. Não vê também seres insignificantes e distantes. Ele enxerga filhos e filhas com grande importância. Como diz o hino, “estás assentado acima de todos. Tão grande Tú és, mas mesmo assim habitas em mim”. Somos tão preciosos pra Deus que, aquEle cuja presença preenche o Universo e a glória enche a Terra, optou por morar em você e em mim.
Das muitas diferenças decorrentes desta característica – a parternidade de Deus – destaquei três que achei importantes de frisar:

1) Deus sabe o seu nome

O nome de uma pessoa é a primeira característica que a define como única. Em diversas partes da Bíblia, vemos que Deus dá muita ênfase à importância de saber o nome e de mostrar que o conhece.
Em Lucas 19:1-5, está relatada o início de história de Zaqueu. Ele era chefe dos publicano, cobrador de impostos corrupto. Era baixinho e queria ver Jesus, por isso subiu em uma árvore. No versículo 5, está escrito que Jesus parou embaixo da árvore, olhou pra cima e disse: “Zaqueu, desce depressa porque hoje eu vou ficar na tua casa.” Jesus não olhou pra cima e disse “ei você” ou “baixinho” – ele chamou Zaqueu pelo nome.

Em Isaías 43:1, o profeta escreve que Deus disse que nos chamou pelo nome e que somos dEle. Um pouco depois, em Isaías 49:16, está escrito que Deus escreveu nossos nomes nas palmas das mãos dEle. E foi por nos conhecer que Ele decidiu entregar seu único filho para que todos nós pudéssemos também ser feitos filhos. Com está escrito, Ele nos escolheu primeiro (João 15:16).

2) Deus enxerga cada um

Saber o nome já indica que Deus possui um conceito individual de cada ser humano. Mas o conhecimento dEle ao nosso respeito excede quaisquer precedentes – não apenas sabe os nossos nomes, mas conhece os nossos corações (Salmos 7:9).

Os evangelhos nos relatam duas histórias que mostram como Deus reconhece a esta individualidade de cada um. Em Lucas 8:40-48, a Bíblia nos mostra a história da mulher que tinha uma hemorragia. No meio da multidão que se aglomerava ao redor de Jesus, ela se misturou e tocou em Jesus e foi curada. Naquele momento, Jesus parou e disse que uma pessoa o tinha tocado e recebido virtude – mesmo com aquela multidão toda, Ele reconheceu o toque daquela mulher.

No início do capítulo 5 de Marcos, Jesus liberta um homem que vivia perturbado por demonios. O interessante desta história é que vemos, no final do capítulo 4, que Jesus havia acabado de atravessar o mar para chegar no local onde estava o gadareno. Em Marcos 5:21, vemos que logo após libertar o rapaz, Jesus voltou para o outro lado do mar. Jesus atravessou o mar porque uma pessoa precisava de ajuda. Apenas uma!

3) Deus ama

Na história das religiões e mitologias, há muitas referência de deuses que amam ou que são representantes do amor. O nosso Deus, todavia, é o amor (I João 4:8). E o amor dEle é provado, comprovado e irrestrito – não depende de aprovação ou favores.

Em Romanos 5:8, está escrito que “a prova do seu amor para conosco é que quando ainda estávamos vivendo no erro, Cristo morreu por nós.” O amor de Deus não depende das nossas atitudes ou status religioso.

Lembrando sempre do que está escrito em Romanos 8:35, 38 e 39 – “Quem nos separará do amor de Cristo? A tribulação, ou a angústia, ou a perseguição, ou a fome, ou a nudez, ou o perigo, ou a espada? (…) Porque estou certo de que, nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir, nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus.” Não existe amor maior ou mais verdadeiro do que este.
E, por fim, a existência do amor está diretamente vinculada a Deus. Nós só amamos, porque Ele nos amou primeiro (I João 4:19).

Por esses e outros motivos que afirmo que há apenas Um que merece nossa adoração, respeito e louvor. Há um só Deus, um só caminho (Jesus) e uma decisão a tomar – andar no caminho ou fora dele.


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